Meetup #18 - EVM vs RISC-V - Lauro Gripa
ERC55 Meetups · 17 Oct 2025 · 1:53:57
A late-April proposal from Vitalik Buterin to replace the EVM in Ethereum's execution layer with a RISC-V based virtual machine is examined through automata theory, the EVM's current problems and Polkadot's JAM protocol. The proposal aims to cut complexity and raise efficiency while staying backward compatible, so Solidity and Vyper contracts keep working through a migration the speaker recalls the plan putting at about five years. The talk compares it with Polkadot's RISC-V based PolkaVM, notes worries about missing specialised hardware and performance lost in translation, and treats the size of the gains as an open question.
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Transcript
Fala pessoal, tudo bem? Bem-vindos ao canal da RC5. Esse aqui foi nosso 18º Meetup. O tema dele foi EVM versus Risk 5. Ele aconteceu em maio desse ano e, infelizmente, a gente teve um pequeno problema técnico na gravação dele em que os primeiros minutos foram perdidos. Então, eu tô aqui regravando esses primeiros minutos com o que eu lembro do que foi falado. Ah, mas logo em seguida a gente retoma de onde a gravação começou, beleza? Então, vamos lá.
Então, aqui rapidamente sobre mim, eu me chamo Lauro Gripa, tenho cerca aí de 15 anos de experiência profissional em desenvolvimento, mais especializado em web. Sou graduado pela Universidade do Estado de Santa Catarina, onde atualmente eu estou entrando no mestrado de computação aplicada. Também sou pesquisador associado ciências cognição e atualmente eu tô como engenheiro de software senior no ecossistema da Pocadot e da CUSAM.
Também fui professor no primeiro MBA de blockchain do Brasil, que na época era oferecido pela PUC, ah, onde eu dei algumas aulas sobre arquitetura de blockchain. Tenho mais ou menos aí uns 8 anos de experiência com M3. Ah, sou fundador da Pocadot Brasil. Ah, tive a felicidade de vencer o Racaton da Ether Argentina em 2023. Também sou coidilizador do projeto em homenagem aos 80 anos. do Gibert, onde também tive a felicidade de ser premiado pelo Latan Design Awards de 2024. Mas beleza, vamos ao que interessa. Então aqui um breve resumo do que que se trata
essa apresentação. Ah, começando pelo fato gerador que motivou essa discussão, que foi um anúncio do Vitalic sobre um plano de imigração do cliente de execução da Etherum. Aí, ah, antes da gente aprofundar nisso, eu vou trazer algumas discussões que que acabaram rolando de que a Etherum tá supostamente se inspirando na Pocadot. E para entender da onde que surge eh essa discussão, a gente também vai voltar um pouco no tempo para entender o papel do Vitalic, do
Gavinwood. no início da Etherum e como eh depois que o Gavin Wood saiu da Etherium Foundation ah e fundou a Pocadot, como que ele supostamente pode ainda est influenciando o desenvolvimento do Etheréum? Beleza? Depois de passar por essa parte, a gente vai entrar numa parte um pouco mais técnica, com uma breve introdução teoria da computação, pra gente entender aí um pouco de autômanos e máquinas virtuais, porque isso vai ser importante pra gente entender, afinal o que que acontece na máquina virtual do Etherum, eh, e quais quais são as implicações de migrar da
máquina virtual do Etherum paraa Risk 5. Ah, vou trazer também algumas comparações de camadas de execução do Bitcoin, da Etherum como ela é hoje, da Pocadot também, como ela é hoje e o que que ela pretende ser, o que que Etheréum pretende ser também. Ah, aí eu vou também trazer uma contextualização do que que é risk e de quais são as implicações dessa migração e quais são as semelhanças com o Pocadot Jam, que é um protocolo da Pocadot que tá sendo desenvolvido e que foi proposto pelo Gavinwood ano passado. Então, beleza, vamos lá. Começando aqui pelo grande motivador dessa apresentação e
que gerou bastante eh discussão e que deixou algumas pessoas até um pouco assustados, que foi uma certa bomba assim que o Vitalic jogou ali em abril, final de abril mais ou menos, começando por um post, um blog post, um um post no fórum eh eh da Ethereum Magicians. E nesse post ele é bem taxativo, já bem categórico, já chega falando assim que ele tem uma proposta radical, uma ideia radical pro futuro de da camada de execução do Etheréum, que é igualmente ambiciosa a migração que aconteceu na camada de
consenso. Então, só recapitulando ali, lembrando, né, essa migração da camada de consenso foi algo que levou anos, que aconteceu em 2022. em que a Etherum através do The Merge saiu de Proof of Work para proof of stake. Então essa foi uma mudança na camada de consenso. Agora ele tá propondo uma mudança igualmente ambiciosa na camada de execução. E o grande objetivo é aumentar a eficiência da camada de execução, resolvendo o principal gargalo da Etheréum hoje, que é a EVM.
Ah, ou talvez como ele coloca ali um dos principais gargalos e da Etheréum e também reduzindo drasticamente a complexidade, trazendo mais simplicidade pra camada de execução. E aí ele coloca, de forma bem resumida que a ideia é substituir a máquina virtual de Etherum por uma máquina virtual baseada em Risk 5. Depois, alguns dias depois desse post, ele fez um blog, um post no blog pessoal dele, onde ele aprofunda um pouco mais.
Ah, e ele traz esse título, né, de simplificar a L1, buscando escalabilidade e resiliência. E ele faz um comparativo com ã o quão bonita é a simplicidade do protocolo do Bitcoin e o quanto ele gostaria que a Etherum fosse, tivesse uma simplicidade tão bonita quanto, né? E aí aqui ele destrincha mais esse plano. E mais paraa frente na mais pro final da apresentação, depois de contextualizar e eh construir a base eh conceitual de como funcionam máquinas virtuais, de
como funciona a Risk 5, a gente vai entender um pouco melhor esse plano de migração. Mas beleza, antes de entrar na parte mais técnica, vou abordar um pouquinho dessa controversa aí que que vem que vem sendo debatida de que supostamente o Vitalic continua se inspirando no Gavinwood, que o Gavinwood continua tendo bastante influência no desenvolvimento da Etheréum, mesmo que indiretamente Então, um dos motivos desse boato ter surgido foi justamente porque ano passado em Praga, num dos encontros da
comunidade de Etheréum, ah, o Gavinwood foi convidado, os dois sentaram para conversar sobre esses 10 anos já que eles que eles estão atuando eh em web 3 E onde eles compartilharam, foi uma coisa bem amigável, eles compartilharam algumas das lições que eles tiveram nesses 10 anos, tiveram alguns debates sobre governança e tudo mais, mas depois que terminou a conversa, ah, alguém fotografou o Gavin Wood entregando o Grey Paper da Pocadot pro Vitalic, que justamente
eh introduz produz uma mudança crucial no protocolo da Pocadot e entre essas mudanças introduz a máquina virtual da Pocadot que é baseada em Misk 5, né? Isso foi lá em 2024 ainda. Mas não foi só isso. Existem outras, digamos assim, coincidências, ah que que fazem com que as pessoas ah ponderem essa possibilidade. Então, uma delas é de que a Etherum 2.0 zero.
Ah, ficou muito similar ao que a Pocadot a foi lançada em ali em 2020, né? A Ether 2.0 aconteceu mais ou menos 2022, pouco dot 2020. A proposta do Vitalic, do Rollapic Centric model também ficou muito parecida com a proposta do Gavinwood das da execução eh do charging de execução das parchins.
Ah, uma coisa também bastante curiosa é que o Vitalic ele tem usado mais o termo resiliência e curiosamente o no lugar de descentralização e curiosamente o Gavinwood também já vinha usando esse termo há muito tempo. Eh, e não só o gray paper da Pocadot ali que descreve Pocadot Gem, mas antes de do Grey Paper ser oficialmente lançado, já havia uma discussão na comunidade da Pocadot ali em 2023. sobre a pouca VM e sobre ela a possibilidade dela usar risk five, né? E aí finalmente então essa essa ideia de que a IVM possa est
migrando para Whisky Five, é, algo que já vem sendo discutido na comunidade há um bom tempo. Ah, então beleza. Vamos entender um pouco melhor essa relação aí, eh, e quais são as consequências dela, né? Então, começando a pela pré-história da Etheréum ali, onde o Vitalic ele tinha uma ideia bastante crua ainda sobre generalização de contratos inteligentes.
E ele começa a compartilhar algumas dessas ideias ali ainda em 2013. Ah, o Gevin Wood no final de 2013 ele vê uma um uma dessas ideias, não sei se foi no blog post do Vitálic ou se foi em outro lugar, não sei exatamente. Eu sei que o Gavin ele entra em contato com o Vitalic e eles começam a parceria imediatamente no mais ou menos na mesma semana que eles entram em contato com o Gavinwood já começa a programar o Vitali que poucos meses depois ele formaliza a ideia da da Etherum num white paper.
Mais ou menos mesma época o GV ele cunha o termo web 3 num blog post dele. Ah, e logo em seguida ele lança o yellow paper da da Etherum, né? O white paper ele define um pouco mais conceitualmente e o yellow paper ele define um pouco mais tecnicamente. O yellow paper ele ele traz a introdução da máquina virtual do Etherum e a introdução do Solidity. E aí, depois de mais de dois anos ali trabalhando juntos, ah, quase três, ah, acontece algum tipo de desentendimento ali. Acho que não parece ter sido um grande entendimento assim de
eh algo que eles tenham rompido assim, até porque eles se encontraram depois disso e tudo mais, mas parece ter tido um um desentendimento e o Gavinwood ele sai da Etherium Foundation e funda a Pocadot ali pelo final de 2016. E curiosamente, uma das coisas que o Gavinwood fala é que a complexidade do Etheréum tava começando a sair de controle. Ele gostaria que a migração do Professake acontecesse o quanto antes.
Ah, só para vocês entenderem assim, a ideia da Etherum 2.0 com Profake já era discutida ali por 2014, 2015, já se discutia isso. E a ideia é que em 2016 Etherum já fosse pro F stake. Então levou 6 anos além de esperado. E isso foi uma das coisas que frustrou o Gev, porque ele queria que tivesse sido mais rápido. Ah, e ele não ele sentia que ele não tinha muito poder de decisão e foi uma das coisas que motivou ele a sair, fundar a Pocadot e
construir a Pocadot com governança chain para que ele para que as a tomada de decisão fosse mais explícita e não dependesse necessariamente de da estrutura de uma fundação, né? Ah, essa foi a principal o principal [Música] lá usar, vou usar a palavra desavença, mas não é bem isso. Talvez foi a principal discordância do Gavinwood com Vital, que foi sobre governança e sobre como tomar decisões para evoluir tecnicamente o protocolo.
Mas ainda assim ah eles, o Gav parece ter saído em bons termos, pelo menos com em relação ao Vitalic, porque meses depois da saída dele, o Vitalic faz um blog post sobre justamente sobre a pré-história da Etherum, em que ele dá os maiores créditos do início da Etherum ao Gevinwood, a além de si mesmo, claro, né? Eh, o Vitar tem muito mérito nisso, mas ele de todas as outras pessoas envolvidas, a pessoa que ele dá mais crédito é o Gavinwood. Então, todos esses links aqui, quem quiser acessar, ah, vão estar disponíveis na própria apresentação.
No final da apresentação tem um QRcode em que você consegue escanear e acessar, mas eu também vou colocar todos os links na descrição do vídeo. Então você pode conferir cada um desses links aqui. Então, beleza. Aí continuando essa questão dos créditos, a o Vitali que um pouco tempo, alguns meses depois do blog post ali em 2017, dando crédito ao ao Gabinwood, ele também encontra alguns dos e-mails que eles trocaram em 2013, no final de 2013, eh, e marca o Gavinwood falando: "Muito obrigado pelas suas contribuições pelas cruciais", né? Então ele usa esse termo
bastante eh enfático, né? Contribuições cruciais para Etherio. Ah, e aí a gente já tem aí mais um capítulo, né? esses dramas [Música] da dos bastidores da web 3 em que o Gevinwood ele responde obrigado Vitalic pelo mesmo. Eu não nunca poderia ter construído Etheréum sem você. E aí o Peter, que é um dos líderes de desenvolvimento ah na Ethereum Foundation, ele deu uma alfinetada ali, né? Ele sentiu
esse comentário e e resolveu debochar ali e falar: "Ah, sim, muito obrigado, Gavinwood, por construir a Etherium sozinho." Eh, nós, os outros 30 programadores, realmente gostamos de assistir você trabalhar. Então, a gente percebe que já tem uma tensão ali. É, pode ser que houve algum algum desentendimento do Gev com outros eh desenvolvedores, mas realmente não dá para saber o que realmente aconteceu.
Mas aparentemente entre ele e o Vitalic não há grandes não há grandes problemas assim né? E aí, curiosamente a o Peter, ele de certa forma morde a língua, porque tudo que o Gavinwood ah dizia acabou acontecendo de alguma forma ou de outra. E 5 anos depois, mais ou menos daquele comentário ali, ele faz esse comentário de que a de que ele tava muito frustrado, de que ele tava extremamente frustrado, porque na história da Etheréum a complexidade ela só aumentou.
cada uma das propostas de modificação ah acumularam cada uma das grandes mudanças, como o Merd e mudança, o burn, a introdução do burn, a a a introdução das L2, cada uma delas foi trazendo um custo maior de complexidade em que o negócio tava ficando completamente fora de controle. Eh, e em outras eh, não nesse print aqui, mas em outras outros debates, ele diz que
ninguém mais tem noção do que realmente acontece no Etheré, que a complexidade saiu totalmente de controle e que não dá mais para saber eh o todo, não dá mais para conhecer o todo de tão complexo, que tá, só dá para conhecer algumas partes né? Então, eh, é justamente por isso que, ou pelo menos esse é um dos motivos, uma das motivações do Vitalic, é para simplificar a camada de execução e os esforços então tão tão sendo nesse sentido. Beleza? Então, essa foi a parte
que que infelizmente foi perdida no início. E agora fiquem com a gravação do ao vivo. Bom, antes de entrar aqui na introdução anterior da computação, eh, eu vou dar uma olhadinha aqui no chat, né? >> Vamos ver o que que o pessoal falou. Ah, Etheréum Praga. Ah sim foi, exatamente. Foi no Etheréum. Etheréum Praga. eles se reencontraram, né, depois de vários anos. Eh, tiveram uma conversa bem legal, assim sobre lições que eles tiveram.
O Vitalic admitiu inclusive que a que ele que a grande diferença que eles tinham lá naquele momento era sobre governança, ser on chain ou off chain. O Gav defendia que deveria ser on chain, Vital defendia, defendia que deveria ser off chain. Ah, e os dois deram uma flexibilizada nisso. Eh, com o tempo os dois convergiram um pouco mais, né? Então essa esse reencontro dele 2024, ele foi bem interessante e foi bem mais amigável. Foi onde ele, né, o o Gev entregou o GR paper pro Vitalic, né? Ah, o Loran falou aqui, são meio
diferentes. Eh, ah, sim, exatamente. É o chard da da heter é homogêneo, pocod heterogêno. Exatamente. Aham. É isso aí. Então, beleza. Ah, aqui uma breve introdução à teoria da computação, né? O que que o que que é te da computação? Assim, de forma bem resumida, assim, de forma, talvez até um pouco ah super simplificada. Ah, computação é tentar automatizar coisas que são muito difíceis de fazer de forma manual.
Então, um grande exemplo que a gente tem é o ábaco. Eh, pra gente não ficar fazendo conta nos dedos ou só com a cabeça, a gente inventou esse protocutador aí, essa protocalculadora que ajudava a gente a fazer cálculos, né? Outra coisa é a máquina de Tar, que pra gente simplificar o processo de manufatura de tecidos complexos, a gente criou uma máquina que fazia isso pela gente. Ah, então computadores não são muito diferentes disso, né? Eles em de forma muito resumida, normalmente, né?
Isso aqui, eh, dá para ficar horas discutindo isso aqui, mas, eh, para por motivos de, né, de de simplificação da nossa discussão, a gente pode dizer que computadores também são são autôm são máquinas que buscam automatizar alguma coisa, certo? Então aqui a gente tem um um símbolo disso, né, que é um o pato mecânico aqui.
Ah, dentro da teoria dos autômatos, né, a gente tem camadas de complexidade dessas máquinas, né? Eh, aqui eu tô usando o termo autômato, máquina e computador, tudo de forma intercambiável, embora eles tenham diferenças entre si, mas pro nosso propósito de discussão aqui, a gente pode usar eles de forma intercambiável, certo? Então são formas de automatizar algum tipo de processo, né? Ah, então o o a base disso é a lógica combinacional, que é muito como um circuito é construído. Eh, a gente tem operadores, certo? Ã, operadores lógicos, né? Tipo e ou
exclusivo, eh, negação e tal. Ah, e a base de um computador é simplesmente um circuito elétrico em que uma corrente passa ou não passa. E quando ela passa, ela é um zero. Quando ela não passa, ela é um, é, desculpa, quando ela não passa é um zero. Quando passa é um um. E aí esses operadores eles nos modificam de zero para um ou um para zero, certo? Isso é o binarismo, certo? Eh, é uma forma de representar números, só que com uma base diferente.
Em vez de uma base 10, igual a gente tem, a gente representa com base dois. Isso dá para fazer basicamente qualquer coisa, inclusive tudo que a gente tá vendo agora, né, tudo que o meu áudio tá sendo transmitido para vocês em formas de zero em um, com vários desses operadores aqui fazendo eh cálculos complexos em virtualmente em tempo real. Ah, só que para chegar nesse nível de complexidade que a gente tem hoje, né, eh, não basta só lógica combinacional, isso aqui faz o mínimo. Isso aqui é uma calculadora básica, né? Eu preciso aumentar o nível de complexidade para eu conseguir executar qualquer coisa.
Então, eu tenho esses super conjuntos que vão crescendo, né? Então, além da loja combinacional, tem aí uma máquina de estado infinito, o autômetro de pilha, que eu vou pular o automa de pilha, eu não vou entrar muito aqui, não, não é muito útil para nossa educação. E finalmente a máquina de touring. Ah, uma máquina de estados finito, ela é o Bitcoin é uma máquina de estado finito determinista, ela consegue representar algumas execuções, certo? Eh, e a gente vai falar muito de execução aqui, né? Porque
a EVM é uma é parte da camada de execução do Etheréum. Então, quando a gente tá falando de de um autômato como esse, a gente tá falando de execução. Eh, eu posso pegar um alguns exemplos assim né? Vamos lá pensar em alguma coisa aqui. Ã, eu quero determinar se eu vou deixar minha câmera aberta ou não, certo? Então, o estado inicial dela é zero, ela tá fechada. Se eu clicar num botão, ela vira um. Isso é é um estado finito. Ela só ela só tem dois estados, né? Fechada ou não ou ou aberto, né? Então essa máquina de estados aqui, ela não
tem loop, se você reparar. Ela só consegue, eu só consigo, ah, ter um, uma execução finita mesmo nela. Eu não consigo representar nada que exija algum tipo de execução infinita, como por exemplo um jogo. Jogos, por definição, são execuções execuções infinitas, são loops infinitos. Eles ficam esperando o input do usuário e eles podem assumir um número infinito de status não determinísticos, né? Eh, a a execução, um jogo não tem execução final, né? Eu posso, mesmo que eu termine o jogo, ele vai continuar rodando e eu posso começar ele de novo e
posso, enfim, eh, principalmente jogos modernos aí, né, com de de mul aberto, etc., eu posso ter uma uma infinidade mesmo de de possibilidades. Então, a máquina de estados finita, ela resolve algumas coisas, mas ela é muito limitada. Aí a gente chega então no Alan Touring, que é muito ã, vamos lá, associado à criação do computador moderno. Ele criou essa a máquina de Touring, que essencialmente é um autômo, só que ele tem fitas infinitas dos dois lados.
Eh, obviamente isso não dá para ser representado fisicamente porque a gente não tem fitas infinitas fisicamente, mas com computadores eu consigo chegar virtualmente perto do infinito. Eh, de forma bem resumida, a máquina de Touring, ela permite que eu tenha várias operações e consiga representar virtualmente qualquer coisa que eu consiga imaginar, eu consiga, eu consigo representar a própria vida. o universo e tudo mais dentro dessa dessa máquina, porque ela tem uma execução infinita a partir de zeros e uns. Então, ela vai eh indo ou voltando de acordo com o
necessário, executando operações, apagando uns, transformandoos em zeros ou ou vice-versa conforme necessário e pode rodar de forma indefinida. Mas isso também é um problema, porque eh quando que eu quando que eu sei quando parar isso, que é o problema da eh o houing problem, né, problema da da parada, quando que eu sei que um algoritmo terminou de executar ou entrou no loop infinito pro causa de algum bug? Eu não tenho como saber. Esse é um problema ah de limites da da da computação e e esse problema aparece em vários outros vários outros
campos da do conhecimento humano, né? Eh, são os os limites mesmo do que o ser humano consegue consegue fazer e um deles é a parada. Por que que isso é relevante para blockchain? justamente porque o Satoshi quando ele tava desenvolvendo Bitcoin, ele decidiu que ele não faria uma camada de execução que permitisse eh uma linguagem tour incompleta, ou seja, uma linguagem que permitisse loops infinitos e executar qualquer tipo de algoritmo. Por quê? porque ele sabia que isso poderia ser usado para para alguns tipos de ataque. Eu posso
eh não só torna muito mais complexo a forma com que eu preciso desenvolver alguma coisa, como também eu fico mais vulnerável, dado que eu estou na internet, um lugar aberto, em que qualquer pessoa pode eh enviar uma requisição pro meu sistema. Então, o Bitcoin ele inicialmente até tinha a ideia de eh de acho que eu trouxe aqui em algum lugar, acho que tá mais paraa frente, depois eu falo disso. Inicialmente o Bitcoin até tinha a ideia de permitir uma linguagem tour incompleta, mas, ah, eventualmente o Satoshi ali em 2010 ele
removeu um drop codes por medo de que o Bitcoin fosse atacado. Enfim, então, ah, no contexto de de blockchain, o Bitcoin ele focou muito mais aqui no no lado eh direito, na ideia de consenso descentralizado, certo? E ele traz aí um um uma fonte da verdade, né, que é a Ledger. Eh, imagino que a maioria aqui já tem uma ideia de como funciona um blockchain e tal.
Mas ele propositalmente não permitiu que eu conseguisse ter uma camada de execução muito avançada para evitar certos problemas. Então, eh, realmente ele limitou a camada de execução de forma a evitar certos problemas. A Etheréum, ela vem então construir em cima dessa ideia. Em vez de eu ter apenas consenso descentralizado, eu quero permitir execuções complexas em cima desse consenso centralizado ou ao mesmo tempo que esse consenso
descentralizado né? Eh, essa aqui é uma frase minha, né? Ele, o Bitcoin, ele resolve o problema do gasto duplo, facilita o consenso entre agentes no contexto de agência de confiança, mas ele não permite execuções complexas. Esse isso é se dá muito por por esse limite computacional que que eu que eu comentei do huting problem, porque eu não tenho como saber se o algoritmo terminou de executar, se é um ataque ã ou se é um bug, né? Então eu não posso exigir que um minerador, um validador ou mesmo um nó simples continue executando a o meu programa infinitamente, porque isso gasta recursos. a gente está num
contexto de recursos limitados, né? Então o o mirador ele só consegue incluir transações que sejam menores ou iguais ao limite de gás daquele bloco. E aqui o gás pode ser interpretado como poder computacional, pode ser trocado por poder computacional para entender a ideia, né? é quanto que eu deixo o meu computador executar até decidir o fazer o hout dele, certo?
Então, se eu quiser rodar um jogo, por exemplo, dentro do Bitcoin, eu não vou conseguir porque ele vai parar de executar eh e ele só vai executar dentro daquele bloco. Mesma coisa pretérita. Aí, e ali em 1994 o Nick Sabo ele cunha essa ideia de contratos inteligentes, né? eh, que seriam aplicações mais complexas permitindo resolução de conflitos e resolução de pagamentos e outras coisas entre dois dois agentes sem a necessidade de confiança. Então, um exemplo eh um
pouco mais simples aqui nesse caso, né, mas ainda assim interessante até é um é um exemplo anterior a a a própria ideia de contrato inteligente são as vendas em machines, aquelas que a gente tem em shoppings ou hotéis, enfim, onde você coloca uma moeda e coloca o valor correspondente ao que você quer e ela ela executa a ação que você ah, solicitou para ela e te dá um troco ali.
Então, ela ela faz transições de estado, ela tem ali um estoque, certo? Ela tem ah uma Coca-Cola, um chip, um salgadinho, um sanduíche natural, sei lá. e ela tem valores. Então você coloca o valor equivalente e executa uma ação e ela cria uma mudança de estado em que ela remove aquele objeto e te entrega ele. Isso é uma forma de automação. É um autôm uma máquina, um computador, né?
eh, tá dentro daquele conceito ali que a gente tava explicando, mas ele é um pouco mais complexo no sentido de que ele tem uma espécie de contrato social estabelecido em que eu preciso honrar a o contrato social de que para você ter acesso ao produto que eu tô oferecendo, você precisa pagar a quantia necessária. É óbvio que eu também posso quebrar o vidro e tirar tirar o o os alimentos ali de dentro e roubar, né? Mas isso quebra o contrato social. A ideia de um contrato inteligente é que inclusive seja impossível quebrar o vidro, né? Que eu não tenha como quebrar o vidro e seja
inviolável, certo? Então muito muito muito disso foi o que inspirou aí a criação eh dos princípios, dos valores da OB3. OK? Certo? Ah, então a gente sabe que um computador essencialmente é um circuito elétrico que só tem zeros e uns. Mas como eu, um desenvolvedor que não fala uma linguagem de máquina de zeros e uns, consigo explicar para um computador o que que eu quero executar. E aí começam as camadas de abstração, que são formas de traduzir a linguagem
de máquina, os zeros e uns, ou as instruções eh de operadores lógicos e outros tipos de operadores que são executados na CPU, no na circuitaria do computador em linguagem humana, né? Então são várias camadas de abstração até até chegar numa linguagem de programação que a gente entende, certo? As linguagens de turpletas que a gente tem hoje, tipo Python, JavaScript, C++, tudo isso é construído em uma série de abstrações, né? Eh, algumas delas são interpretadas, então elas precisam passar pelo interpretador, precisam daí depois serem compiladas em um binário que vai executar rodar numa máquina virtual que
depois vai ser transformado em operações, em instruções que daí sim vão ser executadas na circuitaria. Então esse é o conceit eh conceito de OP code. A gente a gente vai ver que ele é muito importante para EVM. Eh, é justamente essa esse meio termo ali entre zeros e uns eh, numa máquina de turouring e ah, e a instrução que eu estou dando pra máquina, certo? Só que, óbvio que a gente não vai programar programar em assembly, né? O assembly é o mais próximo que tem disso.
Tipo, tem maluco que program, né? o o Prince of Persia, Mário, vários jogos clássicos foram feitos na sempre, mas é um pé no saco, demora muito, né? Tipo, é não é não é eficiente programar esse. Então, a gente criou várias abstrações para tornar as coisas mais legíveis, certo? E é isso que a EVM faz. Ela constrói abstrações ah para tornar as coisas mais legíveis e para que nós desenvolvedores que não falam linguagem de máquina e que não e que não são malucos de de escrever em assembly eh consigam desenvolver naturalmente no dia a dia, certo? Então
ela parte ali do byte code, que é essa representação eh alfa numérica que se assemelha muito, chega muito próximo de zeros e uns. Ela armazena isso eh dentro de um bloco, certo? Dentro do estado da do armazenamento, né? eh, o não efêmero, a persistência né da rede da Etherum.
Ah, ela armazena isso dentro. E a máquina virtual ela então expõe como se fosse uma API eh esse Bite Code de uma forma com que eu consiga fazer chamadas para esse B code como uma API mesmo. Eh, a gente chama, acho que era ABI que a gente chamava, né? Abstract application abstract by code interface, sei lá, enfim, é similar a um API, né? Então, o que um programador Solidity no dia a dia faz? Ele escreve código em Solidity, mas aí tem um compilador que transforma em byte cord da EVM, que daí vai ser interpretado e, ou melhor, vai ser executado pela máquina virtual.
É isso aí. Application Binary Interface. OK? Eh, tudo isso é feito para modificar o estado do blockchain, que nem a gente falou antes ali, no caso da venda em machine, eu tenho um estado inicial, muitas vezes essa venda de machine, ela começa com nada dentro. Ela tem um dono. Esse dono coloca aí, bota uma senha, bota eh uma chave, ah, coloca alimentos ali dentro e busca receber valores. Então, o estado inicial, digamos assim, dessa venda em machine são os alimentos que estão ali dentro e depois eles são consumidos. E aí há mudanças de estado,
a Etheréum, a o estado do Etheréum é muito similar a isso, só que obviamente muito mais complexo, porque a gente tá falando aí de milhões de contas executando eh milhões de contratos inteligentes complexos a cada 15 segundos, mais ou menos dentro de para acaber dentro de um bloco. Então, o que a Etheréum usa para representar aí o estado, o que eles chamam de estado global ou estado mundial, né, da Etheréum, que é justamente onde tem os balanços, onde tem os contratos armazenados em Bcode e quais são as mudanças de estado que
são feitas ali. é é armazenado numa Merc ou Mercal Patricia Try e tal, que é uma forma de otimizar esse estado e tornar ele mais fácil de ser modificado e verificado para eu ter certeza que a execução é válida e que eh não tá nenhum estado inválido tá sendo executado, né? Como por exemplo, aqui na Vend Machine, eu não quero que uma pessoa coloque apenas 1 centavo e consiga pegar uma Coca-Cola de 2 eh dólares, né? Eu quero que ela coloque 2. Então, a a Etheréum a cada bloco, ela precisa
fazer isso. E aí isso se torna ainda mais complexo quando eu tenho as L2, porque muitas vezes elas precisam acessar o estado de L1 e modificar o estado de L1, né? Então, eh, tem um tem um exemplo aqui que eu posso, vou passar bem rapidinho para não me alongar muito, mas tem um contrato antigo aqui que é bem interessante, que eu interagi com ele esses dias. É uma curiosidade, eh, foi uma descoberta para mim foi ótimo, né? Porque eu descobri que eu tinha um éter num contrato de 2017 que eu nem lembrava. Aí ali ano passado, ali em dezembro eu
lembrei disso e falei: "Caralho, aquele contrato antigo do Wter, que era o o rapper da de Ether, eh, que era utilizado na Ether Delta muito antes ainda do uniswap, isso aqui a gente tá falando de início 2017, eu tinha colocado um éter nele para brincar, na verdade, coloquei 10 éter, eu acho na época e fiquei brincando ali, gastei uns nove éter e ficou um éter e o contrato era tão rudimentar que não tinha o eles não não tinham compartilhado, pelo menos eu não encontrei mais o código dele, então eu não sabia como é que era o código dele. Então como é que eu vou
saber o que o que executar? Porque ele tá em ele tá armazenado em linguagem de máquina né? Então acho que aqui a gente tem um contrato, tipo assim, isso aqui é o contrato que fica armazenado nos nodes de Etheréum. Que que isso significa? para um ser humano não significa nada, né? É um hash. Tô vendo aqui um um monte de, né, de de números. Eh, se eu trocar para OPC code fica um pouco menos pior, mas também não significa nada. Eu vou ver aqui um monte de instrução para CPU, né, Vou olhar aqui, pump.
Uma máquina de Turouring consegue entender isso aqui, né? No caso da EVM solida, é quase touring. Tem algumas coisas que faltam para ser Turing, justamente porque a gente não quer permitir alguns tipos de loop infinitos, a gente não quer permitir que ela fique vulnerável a alguns tipos de ataque e também que não gaste muito gás, né? Eu eu tenho que manter uma complexidade de algoritmo aí eh linear ainda, certo? Então ela é quase turing, é que a gente fala, né? Então, pô, isso aqui também não significa nada para mim. Ah, mas eu consigo eh decompilar isso e, né, transformar em outra linguagem e ter uma ideia do do que que ele poderia ser. Isso aqui não é exatamente
o código que gerou isso, mas é muito parecido. Aí eu tive que tive que interpretar isso, tive que sinceramente eu nem lembro exatamente o que que eu fiz tudo. Gastei algumas horas para conseguir chamar a função de withdraw. Deixa eu ver se tá aqui a transação que eu fiz ainda. É, acho que foi essa aqui a transação. É, eu tive que descobrir qual que era o exadecimal do método que eu queria chamar. Eu queria chamar a função withdraw, só que ela não se chama withdraw. Eu não vou armazenar texto na etério, não é eficiente. Eu vou armazenar exadecimal, né? Então eu
precisei chamar, e esse aqui é o parâmetro que era a quantidade de étra que eu queria. buscar que era o máximo possível, né, que era 1.08 no dia e foi foi uma jornada aqui até entender, né? Então tudo isso que que é criado, todo Solidity, EVM, tudo isso é justamente para abra abstrair a complexidade, os zeros e uns e tornar eles mais eh legíveis certo? Ah, o é o contrato o contrato em si não era meu, né? O contrato era da o contrato antigo do Wter, só que eu tinha enviado 10 para ele, gastei nove, ficou um e eu não lembrava e eu não sabia nem
como chamar o porque não não existia mais interface, não existia o contrato, o código do contrato não existia mais. Então eu precisei interpretar o byte code para descobrir qual que era o método de withdraw e e também transformar o parâmetro em exdecimal para informar a a EVM que eu queria subtrair 1.08, né? Então foi um exercício bem interessante, mas não é uma coisa legal de fazer no dia a dia, né? Só quem só maluco gosta de fazer isso, né? Eh, não é eficiente, não é produtivo também.
Então é por isso que a gente cria tantas abstrações certo? Beleza. Aí aqui, quais são alguns problemas atuais que a execução tem hoje em dia, né? Um deles é o state bloat, que é o crescimento descontrolado do estado. Por quê? Porque a Ethereum é não permissionada, certo? Qualquer pessoa pode rodar um nó e enviar um contrato, armazenar. Claro que tem uma limitação, como a gente falou ali, tem um limite de coisas que eu consigo enfiar num bloco a eh a cada tempo, né? Se não houvesse esse limite, a Etherum já pesaria alguns petabytes, né? Se eu quisesse
rodar do em cima dela, né? que a gente vai falar para aí ali paraa frente, ela já teria alguns petabytes, o que faria com que ela fosse inviável de rodar numa máquina normal. E o grande objetivo nosso aqui é reduzir a necessidade de confiança. Eu não quero ter que confiar na AWS para rodar o meu node de Etherum. Essa não é a ideia, né? Só que hoje já é muito difícil rodar um full note porque ele pesa 15 TB atualmente, né? Mesmo com várias otimizações, etc. ele ele vai crescer indefinidamente, porque a gente tá falando de eh de um blockchain, algo que só é que eu
só escrevo, eu não eu não removo, né? Então tem teve várias tentativas de soluções disso. Uma delas foi o state rent, por exemplo, que eu precisaria pagar um aluguel para manter o meu contrato ali e se esse aluguel não fosse pago, ele seria derrubado. Só que isso também introduz outros problemas, como por exemplo a censura. Se por algum motivo a a pessoa que fez o deploy daquele contrato é assassinada e não consegue mais colocar é para pagar o aluguel, o contrato deixa de existir, entende? Então existe, não existe uma solução simples pro state bloat, né? Ah, a gente tem, claro, os eh os nodes
prunados que eles pegam só o estado mais recente e, tipo, digamos assim, compactam o resto do estado. Ah, e os light clients que eles pegam só a pontinha ali, né? E eu consigo rodar e em dispositivos como smartphones e tal. Só que eu acabo sempre precisando confiar num full, né? Então, isso é um problema. O próprio Solidity, assim, justamente por permitir uma série de up codes, ele permite que o dev faça merda. A gente dev, a gente sabe que a gente faz merda de vez em quando, né?
Então, a até devs renomados ali com o próprio Gravinwood, eh, a a a empresa dele, a Parit e já cometeu alguns erros, né? A a própria Etheréum, né? O o Rack da D, o RCK da DAL, se eu não me engano, foi um ataque de reentrância, né? Eu não lembro agora exatamente, mas se eu não me engano foi o o da Parit Multsig. Eu acho que foi um self destruct e anyone any anyone can contract, né? Tipo o da o da Perd foi exatamente isso, né? Eles conseguiram eh basicamente matar o contrato e aí ficou inacessível.
Existe o quê? Uns 300.000 1000, eu acho, no ainda da que foi do ICO da Pocodot que ficaram perdidos lá, congelados. Acho que hoje isso daria, sei lá, não, não, eu não lembro quantos eles eram exatamente, mas eu sei que é um valor obseno, assim, coisa de 300 milhões de dólares, não sei, que tá congelado para sempre, né, por causa de um bug e de um exploit ali. Eh, e claro, tem o limite de TPS, né, porque eu não eu não consigo rodar um jogo, né, que eu não consigo fazer um loop infinito. Ah, e também a EVM, ela não é otimizada para Z. O Zik, a ideia
de Z surgiu depois e enfim, não foi pensado para isso, né? E inclusive por essas e outras que o Satos removeu o OPCOCAT, que é a concatenação do Bitcoin, que é o algo que permitiria algo parecido com o Zik em Bitcoin. Tem muita gente discutindo isso, né? levar os para Bitcoin e tal, para fazer segundas camadas mais interessantes, digamos assim. Só que como o Satos removeu ocat, eu não consigo concatenar, eu não consigo criar aquela ideia ali que eu tava falando no contrato que eu mostrei de, por exemplo, no início do hash eu enviar o método, depois eu enviar o parâmetro, enfim, eu
ir concatenando coisas eh hashs para fazer uma prova de z. Não dá para fazer isso no Bitcoin. Justamente por quê? Porque a concatenação permite que eu crie eh multiplicações. Então, teoricamente, uma pessoa ela poderia simplesmente enviar upcats para um node de Bitcoin. Isso faria com que eu tivesse sempre multiplicando, multiplicando multiplicando multiplicando e depois e eventualmente eu teria um um eh 1 MB eh dois 2 MB ou mais em um em uma única transação, né?
fazendo o que que eu poderia estar vulnerável ao DDOS. Então, tem pessoas discutindo que agora a gente já sabe o suficiente para não se preocupar com isso, que tem outras formas de lidar e tem gente eh advogando a ideia de trazer o Opcat de volta pro Bitcoin e permitir ZCK, mas ainda é uma discussão eh aberta, né? Ah, Etheréum permite concatenação, mas de outras formas, justamente para mitigar esse problema. OK. Alguma dúvida até aqui antes de entrar em Risk 5? Alguém quer fazer alguma pergunta?
Alguma dúvida? Não precisa, não precisa ter vergonha não. O Lohan comentou que é possível usar o Upcat para condicionar a assinatura. Condicionar como gastar os bitcoins. Legal. Não, nunca. Essa parte nunca estudei, para ser sincero. Eh, mas é uma discussão em aberto, né? Tem gente defendendo a ideia docate. Dá para fazer uma série de coisas, não só, né? Daria para, eh, enfim, concatenar hashs e fazer coisas mais complexas.
Posso continuar? Então, ganh uma dúvida? Então, beleza, vamos lá. OK. Risk 5. Então, que que é Risk 5? Ele é um projeto iniciado em 2010 na Califórnia, né, se eu não me engano, acho que é Berkley. Ele foi sendo aprimorado, ganhando maior relevância maior eh seriedade.
Eventualmente ele foi transferido para uma fundação que que mantinha ele a partir de 2015. E desde 2009 ele tem uma fundação suíça por trás dele, uma non profit né? Então, eh, é um projeto muito, já muito maduro, já tem 15 anos aí, né? e tem uma uma fundação, uma ou uma uma non profit e bem estruturada, mantendo ele hoje em dia.
É, de forma bem resumida, assim, ele é um conjunto de instruções pra CPU, aquilo, tudo que a gente falou ali né de como transformar a linguagem, ah, se aproximar da linguagem de máquina, né, por meio de upodes, é é essencialmente é isso que ele é. Ele é um conjunto de de instruções, só que ele é reduzido. A gente por muito tempo foi expandindo a complexidade, né? A gente tinha lá máquinas finitas como o ábaco, né? Que fazia pouquíssimas coisas, máximo contas. A gente foi expandindo
complexidade, máquina de touring, etc. E a gente chegou no Cisc, que é um é um conjunto de instruções complexo. Então, a arquitetura eh eh X64, X36, por exemplo, ela é ela é isso, ela um conjunto de instruções complexas. Só que com o tempo a gente vai percebendo que algumas dessas instruções podem ser simplificadas e até removidas, que inclusive é o caso da da própria EVM que existe uma instrução chamada self destructida. O Italic vem falando porque a gente tem que remover ela porque elas causa mais danos do que do que melhorias, né? Então o risk é isso, ele é uma redução do conjunto de instruções,
muito parecido com o army, que também é um um risk, né? É um conjunto reduzido de instruções. A a grande diferença entre risk e army é que Army é proprietário, é fechado e eu preciso pagar Riots pro para quem inventou eles, né? Então, por exemplo, eu tenho eu tenho um MacBook M2 aqui, ele é ARM, certo? A Apple, o Apple Silicon, né? Justamente eh se aproveitou dessa arquitetura risk reduzida e teve um ganho aí de
eficiência migrando para essa arquitetura. Só que eles precisam pagar o Rots para pra Army, né? Eu não sei se a Apple tem alguma relação direta com a Army ou se eles precisam pagar mesmo, mas eu imagino que sim. Essa é uma das grandes, uma das grandes motivações do Risk 5 é ser algo totalmente livre, muito no espírito de open source, sem que eu precise pagar taxas pr pra fabricação desses desses chips, né? Eu posso, aí é que tá, né? Diferente da EVM, que é uma abstração de só uma máquina virtual, ela é virtual. O Ikifive, ele pode ser transformado em hardware, ele pode eh ser usado para confeccionar chips,
certo? E ele tem essa ideia de ser modular também. Eu posso escolher quais OPC codes eu vou usar dentro do do conjunto de instruções e ele é pensado para em termos de eficiência, né, para ter alto desempenho e baixo consumo. Aí aqui uma comparação entre outras arquiteturas, né? O Ian perguntou do John John do Jen Toaster, né? O J Toaster, eu vou explicar um pouco mais para frente o que que é, mas eu tenho quase certeza que sim, que todas as máquinas que tem nele são são risk five, mas eu não tenho certeza.
Quem saber responder essa pergunta acho que é o Dani. Mas vamos lá, uma comparativo rápido, então, né? Eh, outros instruction sets architectures, né, ou conjuntos de instruções são o X86, que a gente conhece há muito tempo usando no Intel e tal. eh Windows etc. E a o Army, que é um pouco mais recente, que ele é reduzido e tem o Silicon, por exemplo, alguns ah aplicativos móveis e tal. Ah, e ele é um, o ARM já é um risk, né? ele é reduzido. Já o X86 é um CISC, ele é complexo.
E por fim o Risk 5, que ele é aberto, ele é ele não é proprietário, ele é, digamos, open source, né? É um software livre que que permite hardware livre também, né? Então, qualquer pessoa pode desenhar e vender processadores sem nenhum tipo de risco jurídico ou de taxação. OK? Beleza, a gente já entendeu o que que é EVM, o que que é risk e agora qual que é o plano? Que que o Vitalic tá aprontando, né? O que que ele tá sugerindo? Então são duas fontes que a gente tem. Uma é do post que ele fez no
fórum e outra é do blog post que ele fez mais recentemente. Resumindo, de forma super resumida, o plano é simplificar o cliente de execução, assim como foi simplificado o cliente de consenso. Então, Etheréum, a gente pode, Etheréum é uma coisa só, mas para em termos de abstração, assim, para simplificar, a gente consegue eh dividir ele em em partes, né, em módulos, enfim. Eh, uma delas é o cliente de consenso, que é o responsável por eh finalizar os blocos, certo? E decidir como esses blocos vão ser construídos.
E aí a gente tem a ideia de off steak, foi essa migração que teve aí, uma migração bem ambiciosa, bem complexa, que levou 6 anos, né, do proof of work pro pr of stake, que foi o merge que culminou no merge, né, e deu origem a bicicon chain. E agora a ideia é fazer a mesma coisa com o cliente de execução, sair da EVM e migrar para Risk 5, para uma VM baseada em Risk 5, muito mais próxima da CPU, né? Então a gente vai tá diminuindo o camarada de abstração, uma ideia de aí eh de otimizar, certo? Ah, o Lohan comentou aí que o RB Piie Pico 2, ele roda Risk 5. Bem legal, bem interessante. Então, nesse eh a gente tá vendo uma tendência
muito grande eh do ponto de vista filosófico faz muito sentido, porque por isso que vai ver é uma arquitetura aberta. né, uma arquitetura que tem mais a ver com os valores da web 3, nessa coisa de construir de forma aberta, de compartilhar e etc, faz sentido. Então, a gente tá vendo uma tendência, é exatamente o etos, né? A gente tá vendo uma tendência a cada vez mais pessoas construírem Risk 5, experimentarem e Risk 5 e e só que ele ainda é uma aposta de que a gente vai ver arquiteturas em Risk 5
também, eh, ou melhor, chips em Risk 5, né? Aí a gente tem pouco ainda, né? O o LAN trouxe aí o Hber Pie, por exemplo, mas são poucas coisas ainda que existe em risk 5. Ah, então é de certa forma é uma aposta baseada numa tendência. Ah, e o e o plano então eh, como eu falei, é simplificar o tente de execução, porque ele é muito complexo e como a gente viu lá no começo, eh, alguns deves, o próprio Peter, que é líder de desenvolvimento, reclamaram já de como o a etheréum tá fora de controle, né, a complexidade, os débitos estão fora de controle e há uma necessidade de simplificação realmente.
Então, essa é uma resposta a isso, né? Só que eh é uma resposta radical, só que ao mesmo tempo eh muito na veia de algumas tradições da computação também, o Vitelic quer manter retrocompatível. Isso significa que todos os contratos em solite vão continuar funcionando. Tem muita gente preocupado com isso também, né? Pô, tô desenvolvendo aqui, tenho um projeto há anos em solide, de repente vai parar de funcionar, vou ter que migrar. Não, isso tá tudo bem assim, a ideia é ser retrocompatível, mas isso introduz outras complexidades também, né? Ah, mas a ideia é essa de que a devex, né, a experiência de desenvolvedor continue a
mesma. Eu vou continuar usando Solid, Viper e tal. E aí é uma coisa curiosa, né, que no post o Vitalic até deu uma cutucada no Rust falando que Rust é muito feio, eh, e que não é legível. O que eu até concordo assim, não é uma linguagem fácil, não é uma linguagem legível, não é simples. Eh, ele tem outros princípios de design, né? ele é para ser seguro. A a o o o a a grande a grande, digamos assim, o grande objetivo dele não é ser legível, é ser seguro, é ser é permitir evitar que o dev faça merda, né?
Eh, a Ohan falou que é feio até você ter que manipular do Solid. Meu, exatamente ali nessa época ali que eu tava brincando com o Solid 2016, 2017, eh, por mais que fosse uma linguagem ah, de mais alto nível, assim, que abstraísse uma série de coisas, ela ainda não tem um tooling, ah tão bem desenvolvido assim. É uma linguagem muito nascente. Então tinha uma série de coisas que não dava para fazer, não conseguia fazer na época. Eu tentei fazer uma comparação de strings e não dava. Aí eu tinha que implementar na mão a comparação de string. E qual que é o grande ganho aí, né? Só que a ideia é que o Solidity ele é muito baseado no que o JavaScript teve de
sucesso, que é ser uma linguagem que qualquer pessoa, qualquer iniciante vai em pouco tempo, vai ter a curva de aprendizado vai ser baixa, em pouco tempo ele já vai tá conseguindo fazer. Só que isso introduz outros problemas também, né, que tem vários devs que não vão saber exatamente o que que estão fazendo por baixo dos panos, o que que tá sendo convertido em OPC code, vão introduzir vulnerabilidades. E é isso que a gente viu aí eh em quase todos os protocolos do DEFI, né? Quase todos tiveram algum tipo de exploit grande assim de na casa dos milhões de dólares.
Então é uma coisa eh que ao meu ver é muito opinionada pelo Vitalic. Ele tem essa opinião de que o Solid tem que parecer com o JavaScript no sentido de permitir que o usuário consigau fazer uma série de coisas e que seja mais legível, seja mais próxima da linguagem humana, seja mais bonita, né? No sentido, ele até usou esse termo, ele falou que o é feio. Eh, mas isso não quer dizer que a gente não vai ter um custo grande por continuar apostando no Solidity, né? Então essa aposta na Risk 5 não é uma necessariamente uma ameaça ao Solid,
certo? Ah, inclusive a ideia é transformar os upcodes da EVM em chamado de sistema de risk. Eh, aí como eu tinha falado antes aqui, um dos grandes objetivos também, que aí sim é uma é uma melhoria indiscutível, é remover um code como o selfdestruct, que introduzindo risk permitiria a gente modificar EVM de uma forma um pouco mais simples. E aqui ele trouxe um diagrama de como ele imagina as fases de transformação. E até pra pros devs irem se acostumando com o tempo, assim, isso é um plano aí de, acho que ele chegou a mencionar 5
anos, então não vai ser uma coisa que vai virar uma chave e solite não funciona mais. Não é isso, definitivamente não é isso. A a grande maioria vai ser retrocompatível, vai continuar funcionando. Eh, talvez algum contrato ou outro que use self destruct, por exemplo, eventualmente não vai morrer, né? Mas vai ter um processo aí 5 anos de migração, provavelmente, né? Então ele separou em fases aqui, né? Tem tem alguns precompiles e no final ele imagina ainda a uma implementação da EVM em cima de Risk 5, eh, permitindo que seja retrocompatível.
Então qualquer, eu posso ainda continuar desenvolvendo em Solite vai funcionar, mas eu também vou poder desenvolver em outras eh linguagens que compilam para Risk F, que cons que consigam executar em Risk Five, né, como próprio Rust. Então eu até posso programar em Rust, só que o carro chefe vai continuar sendo Solidity e Viper, certo? Beleza? Então essa é a fase, as as fases e aí alguns problemas que eu falei, né? Já falei dos problemas. Um deles é a ausência de hardware especializado por SK Five. Então essa é uma das preocupações que algumas pessoas levantaram no post. Algumas pessoas foram muito contrárias a essa ideia, falaram: "Você não, a gente não deve
fazer isso, definitivamente não deve fazer isso, que é é muito complexo, a gente vai ter que fazer eh transformações que vão ter perda de desempenho, porque a maioria das arquiteturas são X86 ou são ARM. Então, a gente tá apostando que vai surgir mais arquitetura em risk five, isso pode ser perigoso. Aí tinha outras pessoas falando: "Não, não é tão complexo assim, é um conjunto bem reduzido por definição. Eh, eu consigo fazer transformações de forma simples, tem vários eh vários testes sendo executados, né, nesse sentido.
Eh, mas essa é uma das grandes preocupações, né, os desempenhos précompaios e a compatibilidade com outras arquiteturas. Aí, por fim, entrando na reta final aqui, qual que é a semelhança do Pocadot? Então, eh, eu já falei de algumas coincidências ali que aconteceram entre Terra e Pocadot, né? Ah, o deles foi primeiro o Profake é muito claro que era uma influência do Gab, né? Tipo, a EVM Solidity definitivamente, assim, foi ele que escreveu o Yellow Paper.
Então, é óbvio, né? O próprio Vital que já reconheceu e deu muito crédito pro GEV, não só do ponto de vista técnico, mas até conceitual do que que é uma plataforma de contratos inteligentes, o que que é um eh uma plataforma web 3, um supercutador que permite aplicações resilientes etc. Esse, digamos, essa visão é compartilhada porque foi o Vitó, o Gav que trouxe pocadot e Etherum compartilham essa visão. Ah, outra coisa similar aí também foi que a Pocadot migrorou para esse charging heterogêneo e de certa forma o charging inicial da Etheréum era para ser homogêneo, né? Era para ser acho que
eram 64 chards, né, na L1. E essa ideia foi substituída pelos rollaps, que são um pouco mais heterogêneos. Eh, eles ainda são homogêneos porque todos eles, maioria deles roda IVM, mas você ainda tem uma liberdade de modificar algumas coisas. Eh, e tem vários experimentos nesse sentido, né? até nisso é é parecido. [Música] outra e assim, né, agora falando e essas foram foram essas coincidências aí que a gente teve, né? E finalmente, eh, foi a PA DOT falando da Pouca VM, PVM baseada em MK Fincidência
aí do Vitali que trazendo a ideia do Risk Five depois de ter esse encontro com o Gavin, que o Gavin entregou o Grey Paper para ele descrevendo a Pokt Jam. Que que é o POCT Jam? Antes de falar o que que é Pocadot Gen, a gente, esse é o futuro da Pocadot, eh, vamos falar um pouco mais do presente, assim, Pocadot 1.0 foi entregue, então, que ela é ela é muito parecida com que a Etherum 2.0 pretendia ser. eh uma certa mistura ali de 2.0 com rollap centry model com a a camada de execução sendo delegada para side chains ou para chass,
no caso da da pocadot, que essencialmente é a mesma coisa que o rollap, né? No, a gente chama eles de, a gente tinha dado um termo bem legal para eles, eu esqueci o nome agora, que a gente tinha na na Ether, né, o optimistic rollups. Eh, o qual que era o outro termo mesmo? P me fugiu agora. O Z, né? Z rollups >> era optimisk rollup e o outro era só eh rollup. É, >> só que só que o esse aí só permitia transferir, não permitia contratos, o, o que não era optimistic.
>> Uhum. Bom, eu lembro que no meio dessas discussões a gente teve eh o Zikay, né? Claro, Zik Rollup, mas a gente teve tinha um termo bem engraçado que eu acho que era cinical rollup, tipo, diferente de otimista, o da PAD seria um cínico assim, ele, né? precisa ser validado pelo pela relate chain. Eh, só que isso introduz um problema, né? Porque eu todas as paratins elas precisam estar síncronas com a relay chain. Então a Pocadot basicamente ela é um blockchain central bem simplificado, onde tem só stake, consenso e governança. E aí toda a execução, toda essa parte aí complexa que a gente falou
de contatos inteligentes o eh fica fica, quem fica responsável são são os charts. Ah, só que isso faz com que eu seja obrigado a ser síncrono, porque eu tenho ali colators pegando as informações dessas ah redes paralelas, jogando para chain echa vai validando. Então eu só consigo ter certeza que um que um bloco foi validado depois que o relay chain valida ele também. Então existe uma sincronicidade entre parachain e relay chain né?
fazendo com que eu não possa ter uma paratin mais rápida que uma relay cham. Pelo contrário, geralmente ela é mais lenta porque ela ainda tem um, ela demora um pouco para coletar a informação e depois para ser validada. Então geralmente ela demora o dobro que a chain para validar alguma coisa. Eh, então essa ideia de asynchronos backing, que que se assemelha mais à ideia de um rollup mesmo, no sentido de comprimir eh e permitir com que essas coisas sejam feitas assíncronas, né? Eu consigo, digamos assim, que a parchain possa ir na frente e ter mais velocidade que a relay chain, certo? Isso é uma coisa que tá em desenvolvimento. A gente acabou de ter o deploy do elastic
scaling na Kuzama, que faz com que uma eh paradin e rollup nesse nesse contexto aqui são sinônimos, tá? Eu vou eu vou usar o termo rollup que a gente tá aqui num contexto de EVM Etheréum. Então no caso da Apocadot, um rollup da Pocadot, ele usa um core, certo? Ele usa um eh um uma vaga, digamos assim, né? No caso da da Etherum, ali são você vai colocando blobs, se eu não me engano, né? Eh, no caso aqui da da Pocador, você tem que comprar um espaço e usar aquele espaço. É como se fosse um, você tá alugando um processador ali, você tá, né eh pedindo, comprando a permissão de
execução ali do do processador. Ah, e aqui com elastic scaling permite que eu possa usar mais de um processador ao mesmo tempo. Então, além de eu ter de poder fazer isso assíncrone, eu posso fazer de forma elástica. Significa que e o adile quartime é justamente essa ideia de ter um mercado. A gente migurou, né, do do modelo de crowds, que eram que você participava de um leilão, ali, tinha uns leilões de parens, etc. foi um modelo que eh funcionou até, mas se mostrou muito rígido, muito uma barreira de entrada
muito alta, certo? Então, para você executar um contrato inteligente na na Pocadot, você tem um nível de não permissionamento, né? Você precisa primeiro executar uma partin, né? Você primeiro subir uma aparatinha. Isso faz com que eu eu consiga desenvolver uma série de coisas bem interessantes de forma nativa, né? Então, a gente tem um exemplo muito interessante ali com a hydration. que é um protocolo DEFI que eu considero dos mais avançados do momento, estado da arte mesmo, assim, que hoje a eh a gente acabou de lançar um uma proposta para eh atualizar o runtime e permitir com que eu faça liquidações no início do bloco. Isso é impossível fazer na EVM porque eu não tenho acesso à ordenação
do bloco, né? Eh, a menos que eu faça isso numa num rollup, mas ainda assim é difícil e ainda assim tem uma série de problemas dos rollups, que são aquela classificação de tipos ali, né, que o Vitali, acho que foi o Vitali que criou. E eu acho que a gente não tem nenhum tipo um ainda, né, que seja e efetivamente descentralizado, que eu não precise ter nenhum tipo de confiança, depositar nenhum tipo de confiança naquele rollup. Já na Pocadot, eu acredito que a Hydration é a que mais se aproxima disso, porque ela tem governança descentralizada, ali, tem uma série de automações, não preciso depositar confiança em praticamente ninguém.
E e eu tenho esse nível de eh de customização, que eu consigo até alterar o o que tipo de coisa pode acontecer num bloco. E liquidações é um negócio que é interessante que acontece no início do bloco, porque eh eh é tem um efeito cascata, né, em defa. Então beleza. É esse é o momento que a gente tá agora. tá na apocal 1.5 com a core feito, funcionando, el scaling disponível na na Kuzama, começando aí para Pocadot e o Assinkback em desenvolvimento e provavelmente disponível nos próximos aí
eh meses, certo? permitindo com que as paratins consigam escalar em talvez em até 10 ou mais vezes, o que é muito interessante. A gente vai ter possivelmente uma finalidade aí abaixo de 1 segundo, o que é impressionante, né? E na Cusama a gente já conseguiu provar, foi o único blockchain, eh, primeiro e único blockchain a provar num ambiente de produção mais de 100.000 1000 TPS, coisa que nenhum blockchain conseguiu fazer em produção ainda. É, obviamente sem sem mesmo os os blockchains que sacrificam descentralização com Solana, etc. Não conseguiram passar de 10.000 ainda. Eu acho que o único que conseguiu foi ICP,
não lembro agora, conseguiu chegar noss 20.000 mais ou menos. O Kusama explodiu a a boca do do balão ali e chegou a 143.000 TPS. Então isso é sem elastic scaling, só com uma versão inicial de elastic scaling e deb. Eh, então com com isso, nos próximos aí seis meses ou um ano, a gente imagina que consiga passar de 1 milhão de TPS. Só que isso é só o início. Isso é a 2.0, que ela é muito baseada em um ainda em um Web assembly, que também é uma máquina virtual, né, que ela, enfim, eh foi pensada mais para pro browser. Um dos motivos da gente ter usado AB Assembly também é porque e o Rust, eu podia compilar Rust para ABSM e tal.
Eh, e era uma convenção sendo adotada por vários browser e tal e vá vários browsers, vários navegadores, mas também se mostrou eh muito complexo, com várias limitações. E agora é isso aqui também é um diagrama de como ele funciona hoje, mais ou menos assim, maior arquitetura, né? A gente tem a rede PRP, o consenso, aí uma máquina virtual Web assembly e tudo que a gente entende aí de execução roda dentro disso. São são blobs de de Web assembly. Aí o pouco pouca do gem para finalizar, a gente tá chegando aqui na reta final já. Eh, seria, digamos assim, Pocadot 3.0, seria a próxima interação da
Pocadot. Isso aí deve levar ainda aí pelo menos uns dois anos ou mais. Eh, que gent significa join accumulate machine. A proposta é que seja um supercutador sem necessidade de confiança. Ele introduz a ideia da Pouca VM, que ela é baseada em Risk 5, e ele prioriza a coerência, não só a resiliência, né? H, assim, dos principais blockchains, eu diria que Bitcoin, Etheréum e Pocadot são os que priorizam descentralização ou ou resiliência, que a gente pode entender como sinônimo aqui nesse contexto.
Só que Etheréum e Pocadot sofrem muito com coerência por causa da execução heterogênea, porque eh ou, né, o a execução fragmentada. Eu tenho, por exemplo, vários rollups. Cada rollup tem uma forma de executar e tem um estado próprio. Isso faz com que eu, para eu atingir coerência, para eu entender que o estado é coerente, é demora muito, certo? Eu preciso utilizar pontos e outras coisas. A ideia do GM então é priorizar a coerência. Então, join
accumulate machine, um a mostly coherent é o o máximo que a gente pode chegar de coerência. Ah, trustless supercuter, né? E aí aqui ele tá na versão 0.6 ainda, né? Uma coisa muito eh inicial ainda, tá muito no início. Eh, deixa eu ver se eu consigo compartilhar o PDF. Ah, não, tem que ir. tem que trocar de tela, não vale a pena. Eh, deixa eu voltar aqui.
Recomendo vocês a ler. Eu coloquei, eu coloquei os todos os links na apresentação, tá? Eh, recomendo vocês a ler, vale muito a pena. O, em essência o Pocadot Gem ele introduz um paradigma de execução diferente em que agora não tem mais só a execução on chain, como a gente falou ali que a execução lá no início, né, que a execução precisa caber dentro de um bloco, ele consegue permitir uma série de outras coisas que podem ser executadas off chain, eh, validadas off chain e depois verificadas on chain, muito parecido com o que Z se propõe também.
Só que aí aqui tem uma um diagrama do Poca Dot Gem rodando Doom. Isso aqui foi foi esse ano, se eu não me engano, faz pouco tempo. Eh, basicamente é uma VM baseada em Docker, eh, um Docker, né? a rodando a VM baseada em Whisk 5. E essa VM ela consegue se comunicar por ela tá muito próxima da CPU, ela consegue se comunicar com a HAM e gerar frames.
Ah, quase como se fosse porque, digamos assim, se eh como que eu faria para executar Doom no Bitcoin? Se se eu se eu partir da ideia de que uma transação é um frame, eu vou ter um frame a cada 15 minutos. E pro olho humano, a eu preciso ter pelo menos uns 30 frames por segundo para parecer tempo real né? Então, eh, o que o Gav conseguiu demonstrar aqui é que quase sem nenhuma alteração, ele precisou alterar só o driver de vídeo, se eu não me engano, ele conseguiu rodar Doom.
on chin, só que utilizando esse paradigma de que algumas coisas podem ser executadas eh oncore, que ele chama de oncore, e off chain mais oncore, certo? Ah, aqui uma curiosidade, isso aqui foi em 2013 no protocol. Ah, para quem não sabe, a gente faz parte de uma sociedade, né? acusando site já faz uns 5 anos. A gente tem uma, a gente é irmão de tatuagem, né? Tem essa brincadeira aí de que a gente tem tatuagens parecidas porque a gente faz parte dessa sociedade que você precisa fazer uma tatuagem para entrar e ela é verificável no blockchain
etc. E aí eu venho mantendo a interface dessa eh dessa dessa sociedade faz um tempo, inclusive acho que foi no ano passado, eu corrigi um bug no código dele. Eu encontrei um bug no código do Gav da sociedade e corrigir. Foi uma experiência bem legal. E nesse dia aqui ele apresentou o Agile Qartime. Isso foi em 2023. E aí no final da apresentação, esse aqui era um era um era um evento mais fechado assim, mais intimista, né? Não tinha tanta gente. Eh, a gente fez uma rodinha ali de conversa e ficou conversando
sobre Zi e tal. E ele tem uma opinião muito forte de que Z é só hype, de que é um uma tecnologia muito nascente ainda, eh, e que a gente vai levar anos ainda para para ter para conseguir utilizar ela de forma [Música] efetiva, certo? E eu eu confesso que eu compartilho um pouco dessa dessa opinião, assim, eu acho um pouco radical, talvez a ideia dele, mas eu eh eu compartilho porque a gente ainda não viu um grande breakthrough de Z, né? Então, eh o que que acontece com a ZK VM?
Então, no caso da da migração por Risk 5, o Vitalic sugere substituir as IQ VM por uma VM baseada em Risk 5. Então, eh pelo menos por enquanto. Aí, de certa forma, essa VM em Risk 5, ela até facilita a a o uso de Z e eu possa eu eu consigo conectar e eh digamos assim, eu tenho um conjunto de instruções mais eh apropriado para receber provas de de zer knowledge. Certo?
Então é, esse é um dos argumentos que ele fez de que pode ser que ZVM seja substituída por Five ou que ela seja, digamos, ah, mais próxima, né, do disso e alguns problemas de Zi que o próprio Vital que trouxe, que é a performance do do Proover, né, para eu criar uma prova de Z demora pode demorar diversos minutos. eh introduz uma um um ponto de de confiança. Eu preciso confiar na máquina que tá gerando a prova. Por mais que eu possa verificar ela, a gente ainda não tem tanta confiança de que essas provas são infalíveis, né? Então, esse é um
problema em aberto. Beleza. Eh, o Loran levantou a mão. Fala aí, o LAN. Nossa, eu nem lembro quando eu levantei a mão. É, não é, seria só para você dar uma olhadinha nas dúvidas do Leonardo do Ian ali no chat. >> Ah, beleza, >> show. Vamos lá dar uma olhada aqui. OK. Ah, Leonardo falou: "Feliz será retrocompatível". Achei que não seria. É, esse foi um ponto que o Vitalic logo no início ele bateu bastante assim, vai ser reto compatível, não vai ter uma grande e primeiro que a gente não sabe se vai acontecer mesmo, né? uma proposta só ainda, mas mesmo se ela for aprovada, mesmo se ela seguir em frente, eh, não deve ser um grande problema paraos Dev
Solidity. Vai, a vida do Dev Solidity vai ser a mesma, basicamente, né? Ah, ã, até com essa mudança de nome perdendo EVM. É, tipo, a ideia de EVM pode mudar, mas o Solit vai continuar sendo sendo suportado. Suportado. Qual o impacto na cabilidade que esse sistema Risk 5 traz? Considerando TPS, velocidade de processamento de operação e custo? Então, a EVM, por ela ter esse conjunto limitado de de instruções, a gente não viu nenhuma nenhum rollup, nenhum teste com a EVM passado sem TPS, se eu não tô enganado. Eu acho que com ZK a gente até chegou ali perto do de
1000, mas eu acho que a gente nunca passou, né? Não sei se alguém tiver essa informação. Eh, com com Risk 5, a gente tá falando aí de um ganho de 100x de milhões de TPS. Ah, o Rob falou que é uma seita. Sim, é, é, sim. Eu e o Gab, a gente faz parte de uma seita. Eh, não, brincadeira, gente. É uma é um experimento uma um experimento como se fosse uma sociedade digital em que pessoas que gostam de tatuagem se reúnem para para eh ter uma história para contar, certo? É um é um experimento bem
interessante. Quem quem tiver mais eh na verdade assim é muito sem graça, na verdade parece uma seita, né? Mas na verdade não é tipo depois que tu faz a tatuagem, depois que tá registrado no blockchain ali, tu só tem que ficar verificando, ajudar a verificar é um atuador, né? Tu atuador e um e um oráculo também, porque você ajuda a conectar o mundo of chain com o m chain. Então você olha as fotos e vídeos das pessoas que estão fazendo as tatuagens, vê se ela tá seguindo o processo de forma correta e é incluído no bloco ou não. É isso. Depois não acontece mais nada. Não tem nenhuma orgia, não tem nenhuma aceite satânica, até queria que tivesse, seria mais divertido, acho, mas não tem. É só isso mesmo.
Eh, aí o Ian perguntou se a hub é full risk 5. Hum, ainda não, né? A, o asset hub ele vai ser totalmente baseado em AB assembly ainda, eh, pelo menos ainda na ali no nesse paradigma aqui de nesse paradigma aqui, né, de Pocad 1.5. até dois. A City Hub deve deve sair em breve. Ela é uma espécie de como se fosse uma um serviço público, como se fosse os Correios, assim, quem é responsável é a própria Pocadot, né, a governança, etc.
Ah, então ela ela é um bem público e e ela vai utilizar vários desses conceitos aqui, como les scale, sback e tal, para ser um hub de criação de assets, para você emitir tokens, eh fazer swap desses tokens, mas a gente acha que ela vai demorar para sair também justamente porque ela se assemelha a um órgão público, sabe aquela coisa morosidade, burocracia, etc. Então, do ponto de vista de Defy, eu imagino a Hydration dando voltas na City Hub antes dela ser realmente eh dela ver a luz do dia.
Ah, o Moisés brincou ali que tem cheiro. É, mas não é. Queria que fosse, seria mais divertido se fosse. Gente, eh, é isso. Essas são algumas referências que eu trouxe aqui, tá? Eh, eu vou eu vou botar mais referências também, porque algumas referências estão no texto, né? Tem elas estão no nos links, no no nos slides. Eu depois disso eu vou juntar todas e colocar nesse slide aqui. Eu já coloquei algumas, mas depois vou colocar todas que eu usei. Ah, e era isso que eu tinha para apresentar hoje, tá? Ah, o Lohan fez mais um comentário, né? Não
acho que seja possível converter contratos estentes da Etherum para que fí é possível converter problemas são contratos que criam pode mudou porém o concional é alto. Problemas são contratos que criam outros contratos. Esses contratos continuam emitindo eventos já acontecendo nisso antes mesmo da eh já chego nisso. Antes mesmo da proposta do Vitali, que já tinha uma série de experimentos com pré-compaios, etc. né? Eh, não sei responder, tá? Se é possível, eu não tenho certeza. Tudo que é retrocompatível gera algum tipo de de custo, né? Não é fácil você manter
coisa. a próprio, o próprio Windows teve que pagar, Microsoft teve que pagar esse custo várias vezes quando suportou duas arquiteturas ao mesmo tempo. Eh, e eventualmente não dava mais para rodar com executáveis antigos, né? Isso foi uma coisa que doeu muito em mim, inclusive porque eu queria rodar o Elfut 98, não, eu não sei quem é dessa época e jogava Fut, mas eu queria rodar o Elfot 98 e ele é 32 bits, se eu não me engano, né?
E eu não conseguia. Aí hoje em dia eu acho que até tem Windows 98 online e tal que tu consegue rodar, né? Mas eh foi uma coisa que doeu para mim. é uma curiosidade, né? Então, sim, vai ser um processo doloroso. Eu acho que tem um tem um custo, é inevitável. Tudo que eu falei ali, vão ter que ter traduções, digamos assim, né, entre o que é quase quase como se fosse uma tradução em tempo real. Eu tô eu falando em japonês e eu preciso que a outra pessoa entenda em inglês. Então, preciso sempre ter um intérprete ali no meio. E isso tem coisas às vezes que nem são traduzíveis, né? Por exemplo,
fazendo uma analogia com o português, língua portuguesa, né? Eh, dizem que saudade só existe em português. O termo saudade no inglês não existe, né? Tem homic, tem missing, tem o verbo missing, mas não existe a palavra saudade. Então, fazendo essa analogia assim, né, extrapolando essa analogia, é possível que algumas coisas não vão funcionar tão bem e que talvez o ganho de desempenho não vai ser na casa de 100x, justamente por causa dessa quantidade de transformações que são necessárias aí.
Ah, mas só o tempo vai dizer, né? Eu não quero trazer nenhum, não tenho a pretensão de trazer nenhuma resposta aqui, porque é uma discussão muito em aberto, eu acho. Eh, a gente tem que aguardar as cenas dos próximos capítulos aí. Bom, gente, era isso que eu tinha para trazer. Quero agradecer eh todo mundo que esteve aí hoje à noite com a gente. Aqui tá o link do meu link tree. Quem quiser me seguir nas redes sociais, aqui tem o link para apresentação aqui também, tá? Eu vou mandar aqui no chat também que eu acho que é mais fácil, né?
Deixa eu mandar aqui para vocês também o link da apresentação. Ah, pera aí. mandar o link certo beleza pronto link aí da apresentação. Ah, tem o meu link trade também. Se alguém quiser me mandar mensagem, fica à vontade. Adoro bate-papo sobre esse tipo de coisa, tá? Eu tenho estudado bastante coisa também sobre
a não só blockchain, mas eu tenho expandido um pouco paraa neurociência agora. Eh, tenho gostado muito até de algumas coincidências ou talvez não tão coincidências assim, coisas que ah computadores são muito baseados no cérebro humano, né, como a natureza funciona em vários sentidos, né? A própria ideia de blockchain é muito baseada a em como redes de cogomelos, por exemplo, funcionam ou estrelas do mar, né, em que você corta o pedacinho da estrela do mar e ela e e ela continua, ela cria uma estrela inteira nova, né? Então os cogomelos também são assim, se você
cortar um pedaço deles, eles eles sabem como se reconstruir. Eh, e eu acho muito interessante esse paradigma da resiliência, né, da descentralização. Hum. Então, tô sempre aberto para conversar aí e também tô aqui mais um tempo, se alguém quiser bater papo, podemos ficar mais uns 15 minutos aí. Mas o que eu tinha de apresentação para isso para hoje é isso. Beleza? Então, novamente, muito obrigado, pessoal. Eh, foi um prazer estar aqui com vocês hoje. Acho que a gente pode parar a gravação também, não sei. Aí é contigo, Thiago, tá aí ainda?
>> Tô. Claro, claro. E se alguém tiver dúvida relacionada ao tema, acho que que vale continuar a gravação. >> Beleza. Tô tô aqui. Vou ficar mais uns 15 minutos aí. Se quiser bater papo. Agora é agora é formato aberto, né? Deixa eu até parar de compartilhar aqui e abrir a câmera pra gente conversar melhor. >> E aí, Lauro? Beleza? >> E aí, beleza, >> cara? Eu precisei sair nos últimos 7 minutos e não consegui ver a sua resposta sobre o A7 Hub, se ele é full risk 5. >> Sei que pretende ser, né? Porque ainda não é solidity compatible totalmente, mas eu sei que querem fazer, querem que seja a partir de setembro, outubro. É isso. Vai ser full risk five.
>> Então, eh, tentar lembrar o que eu falei exatamente. Assim, inicialmente não, ele vai ser totalmente assembly. Vai ser nesse paradigma ali, >> só vai ter uns pré-compiles ali para alguns tipos de contratos. >> Isso que é o que já existe, né, do aquela adaptação do Frontier e eu acho que do é o Revive, não revive eu acho que é >> Revive é o do Risk Five, né? Eu acho que é revive. É isso. É revive. >> É, agora não lembro de cabeça. Tem que dar uma olhada ali. Mas deixa eu voltar aqui para onde eu tava aqui. Tinha comentado >> que vai ser mais nesse paradigma aqui
ainda, né, que é o paradigma de de web assembly. Eh, o City Hub ele vai ser uma pratinar alguns conceitos de el skin, se feedbacking, >> mas ela muito ainda muito no contexto assim de um bem público, muito parecido com um órgão governamental, >> muito burocrático, muito demorado assim, né? Então eu acho que a gente vai ver outras coisas interessantes dando voltas ainda na nessa até ela ser ser madura. Eventualmente eu imagino que sim, ela vai suportar >> eh ela vai migrar junto, né?
>> Só que >> eu, o próprio paradigma da migração da da Etheréum vai demorar uns 5 anos, então, né? Imagina a adaptação da PADOT. Então, só que é muito interessante ver que é que existe uma convergência, tá? Tá cada vez mais fácil interoperar entre Pocadot e Etheréum, até porque as duas eh tem um etos parecido. E a Hyper Bridge, por exemplo, né, que acabou de ser lançada, eh promete usar vários cores da Pocadot e trazer L2 da Etheréum para dentro do Pocadot de uma forma que a gente nunca viu antes, assim, um nível de >> de centralização, trustlessness.
eh remoção dessa necessidade de confiança de uma forma que a gente não viu nenhuma outra ponte ainda. Então isso tem muito a ver com o fato de que Pocadot e Etherum priorizam resiliência, né? Diferente da Solana, por exemplo, que eu falei de Michael Tree, por exemplo, que é uma forma de você validar o estado, verificar o estado de forma rápida, a Solana usa um, não usa Merc uma outra forma lá, nem sei direito, que não é muito fácil de você construir pontes eh >> seguras e descentralizadas, né? Então eu acho que existe um futuro bem interessante aí de convergência. As duas t
eh priorizam valores em comum, né? >> Exatamente. >> E tendo essa essa compatibilidade com Solidity no Asset Hub, você acha que isso pode prejudicar um rollup como a Mumbin, por exemplo? Ah, olha, eu acho que a Mumbin vai ter que correr atrás, né? Talvez sim, não sei. Mas é como eu falei assim, tipo, teoricamente essa aub também eh também introduz um risco para Hydration, por exemplo, que é ela para ter um swap e tal, ter vai ter uma disputa por de liquidez, por exemplo.
>> Mas eu acho muito difícil a a S hub chegar perto do que a Hydration tá fazendo >> nesse momento. São são dois paradigmas muito diferentes, né? Um muito diferente >> privado, livre iniciativa e o outro mais, digamos, governamental assim. >> Entendi. Ah, entendi o que você quis dizer com governamental agora pela questão de dela ser praticamente uma system chain, né? É uma assistente. >> Exatamente. Isso. Exatamente. >> Entendi. Ah, agora fez mais sentido o papel do asset hub. Então não é realmente se tornar uma, tipo assim EVM poc first EVM, né? Quando se pensar em Pocadot, é só para ter algumas outras
funcionalidades que atualmente a galera não quer enfiar dentro da relay chain, né? >> Isso é para ter algum nível de compatibilidade, mas o grande objetivo da asset hub é a criação de assets dentro do contexto pocadot, não é necessariamente ser >> EVM compatível, isso não é o objetivo principal. Entendi. OK. Valeu. É isso aí, galera. Tô tô por aqui trocar ideia. Se alguém quiser.
>> Ol, tá me ouvindo? >> Tô ouvindo. >> Tudo bom? Boa noite. >> Fala, meu querido. >> Ô, Lauro, eh, qual que é a sua visão? Se também o Gevin, se você pegou alguma visão dele, eh, no último ano a gente construindo, eh, enfim, antes a podes e a gente, eu, a gente era muito DJ em total ali no espectro da descentralização. De uns anos para cá, a gente começou a conversar mais com o regulador, começou a abrir mais a cabeça para esse lado e a gente vê muito que a pseudo privacidade aí que as anonimidade, né, que as blockchains têm para muitos
reguladores, isso não é suficiente. >> Uhum. >> A gente viu o Scudrex no passado, tal, e aí tem toda essa narrativa aí de trazer privacidade, né? E não só para isso, né? Não só pros dados, mas até para MPU. Aí tem todo esse problema de MEV aí, Enfim. Eh, como que o o você vê isso, né? Como que a gente vai trazer privacidade pros dados aí on change? Você vê isso como um problema tal. >> Sim, cara, definitivamente é um problema. Eh, eu acho que privacidade vai se tornar cada vez mais um recurso escasso e
de certa forma vai se tornar cada vez mais uma tensão também entre, acho que difícil resumir dois grupos, né? mais um grupo um pouco mais própriacidade e outro antipriva e a gente já viu isso acontecendo ali com a prisão do resolvedor da torneio do cash, né? A a perseguição, foi isso que aconteceu, foi uma perseguição ao torneio do cash e a derrubada de dos frontends, etc. Mas também ao mesmo tempo acabou sendo uma vitória, né?
porque se eu não me engano ele foi solto, né? Eh, e abriu um precedente ali de que, cara, talvez privacidade, eu permitir que uma pessoa consiga esconder o rastro de onde o dinheiro passou, não me torne cúmplice do que ela faz com esse dinheiro, porque essa é a grande preocupação, né? Por exemplo, eu tive que fazer recentemente um uma integração ali paraa Apocadort da campanha do Kaito, né? tá tendo uma campanha, ah, o Kaito ali, não sei se vocês conhecem, que é essa ideia de IAPing,
que você faz twieta no ex, no Twitter ali, e o Kaito, ele é uma IA que eh faz interpretação de engajamento orgânico. Então, ele ignora os likes, por exemplo, e ele faz um grafo de influência. Você consegue medir a influência de alguém no no Twitter ali e tal. Tem vários, tem vários protocolos usando isso. Ah, o Vital, que inclusive é um dos top assim dos dos principais eh influenciadores ali. E a gente tem um leaderboard da Apocadot, né, uma uma integração concreto. Então, os 50
primeiros a gente paga uma quantia por mês para eles para incentivar eles a falarem do Pocadot. eh, só que de uma maneira orgânica, não de uma daquela maneira que a gente já conhece de propaganda e etc. Não, de maneira muito mais orgânica, né? Só que na hora de pagar a recompensa, eu tive que implementar uma porrada de coisa. Isso só no frontend, assim, né? Eh, fiz uma integração bem simples, assim, só conectava a carteira e conectava o teu Twitter. Eh, só que eu tive que implementar geoblock, por exemplo, tive que bloquear Síria, eh, acho que o Irã, Coreia do Norte, uma porrada de países. teve uma série de de burocracias assim para fazer, porque
senão poderia, se, por exemplo, a gente não soubesse que algum influenciador que tá falando bem na pocadote é um terrorista eh lá no Irã, por exemplo, sei lá. Ah, e aqui, óbvio, eu tô falando de estereótipos, principalmente do Ocidente, né, como o Ocidente enxerga o Oriente. Então, existe esse estereótipo do terrorista, etc. E se a gente mandar dinheiro para eles, a gente cai num crime internacional, né? A gente comete um crime internacional. A gente tá financiando terrorismo, né? Eu tô falando assim de de como é visto perante a sociedade atual, principalmente depois do 11 de novembro ali. Então, cara, é um
negócio muito crítico, assim, eu acho que essa tensão ela tende a aumentar ainda mais. Eh, e o grande argumento de quem é contra privacidade é esse, de que a privacidade vai ser utilizada para financiar terrorismo. Eh, mas assim, do ponto de vista de experimentos interessantes que eh que buscam trazer privacidade, tem um, eu vou mandar um post aqui que é bem legal que chama Make Kuzama Koric Again.
eh, que foi um colega nosso, né, da Pocodot que escreveu, que ele incentivou as pessoas a começarem a experimentar coisas de mais punks na digamos assim, mais caóticas, mais focadas em privacidade, eh, antiresist anti censura, coisa mais ativ de vista do it yourself, aquela cultura do punk mesmo assim, né?
Ah, ou c mesmo. Então ele trouxe vários exemplos ali. Eu posso abrir aqui rapidinho, só pra gente ver. >> Curiosidade, no na Deviccon do a última aí lá de Tailândia, teve uma track que era era uma track só Cyberpunk. Eh, e teve um evento, papais foi, que era o Cyberpunk Day, Cyberpunk Event. E aí os car, cara, era muito engraçado.
Teve vários caras que, teve um cara lá que ele falou especificamente assim: "Pô, se você não tá com medo de ser preso no seu dia a dia, você tá fazendo errado, cara. Perfeito. É isso. É isso aí mesmo, >> cara. O papai comentou no na call que a gente fez da recap da Dev, né? que o maluco, tipo, saiu, trabalhava no Bitcoin, saiu para ir pra guerra, né? A armada do Irã, sei lá, a galerinha desse. >> É, cara, tipo assim, e e não é novidade isso, tá? Tipo assim, se você pega a história da criptografia, ela sempre foi utilizada num contexto de guerra. É muito é muito mais fácil a gente olhar
para trás e ver período de guerra do que período de paz. sempre teve guerra, né? Então, os gregos, por exemplo, usavam pergaminhos criptografados, ou, ou melhor, não criptografados, né? Eh, codificados, os codex, né? Codificados, que se você tentasse abrir eles, eles se autodestruíam e você precisava saber como abrir. Eh, e é uma forma de é uma forma de de similar a criptografia, né? é um encoding, mas ainda tá dentro aí do campo da criptografia.
Eh, e é uma forma de manter a privacidade. O, o próprio Alan Turing, ele lutou na Segunda Guerra Mundial, só que ele lutou atrás de um computador, né? Ele desenvolveu uma máquina que quebrou a criptografia dos alemães. Isso é uma isa história é sabida assim, tipo, quem quem ouve de fora talvez fique meio discrente assim, ah, não é possível. Mas sim, foi isso que aconteceu, assim, o Alan Turin, ele desenvolveu uma máquina que quebrou a criptografia dos nazistas, conseguia, ouvir as mensagens dos nazistas e fez com que a Inglaterra tivesse uma vantagem gigante. Foi só assim que a Inglaterra venceu a Segunda Guerra.
Então, eh, infelizmente a gente tem mais período de guerra do que de pais, né? Tem um filme inclusive sobre isso bem legal do do Alan Turing. Eu não lembro o nome do filme, mas é bem maneiro e conta bem essa história e essas tensões existem e a gente precisa reconhecer elas, né? E assim, eh, na Kuzama tá rolando um movimento, assim, uma coisa que eu acho muito interessante é essa darkness ou dark f, que é finanças ah do ponto de vista de privacidade e inspirações e cash moniro e etc, né? Eh, a própria ideia de prediction markets, por exemplo, é bem controversa, porque pode ser usado para aposta e a gente sabe que a aposta é um negócio bem
controverso também, né? Então, é, acho que é isso que eu posso falar assim sobre sobre isso. Eu eu compartilho muito da ideia de que a privacidade é necessária, não. Eu sou muito, acho que até ativista n do ponto de vista da autossobberania do indivíduo, acho que o estado não deveria ter tanto poder sobre mim. Eh, a única exceção, eu diria, é numa pandemia global assim. E olhe lá, olhe lá. Eh, eu acho que a minha liberdade vai até onde entra do outro. Se eu tiver né
prejudicando outra pessoa com a minha liberdade, aí, OK. Mas enquanto eu tiver exercendo a minha liberdade, minha privacidade e não tiver machucando ninguém, eu não acho que o estado tem que desbilotar a minha vida. Então eu acho que a maioria das pessoas que estão aqui nessa chamada compartilham disso, né? E e é isso, assim, eu convido vocês até a experimentar algumas coisas na Cusama, quem tiver interesse, porque acho que algumas coisas bem interessantes podem começar a acontecer e até uma certa convergência entre pocadot, quando eu falo de Kuzama, eu tô falando de Pocadot também né inevitavelmente eh, uma convergência entre pocadot e etéreo. M.